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PostHeaderIcon DIA 1 DE OUTUBRO, DIA DO 47º ANIVERSÁRIO DA CGTP-IN, É PRECISO LEVAR A LUTA AO VOTO!

DIA 1 DE OUTUBRO, DIA DO 47º ANIVERSÁRIO DA CGTP-IN, É PRECISO LEVAR A LUTA AO VOTO!

VALORIZAR O TRABALHO E OS TRABALHADORES

AFIRMAR O PODER LOCAL DEMOCRÁTICO

Resolução

ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS VALORIZAR O TRABALHO E OS TRABALHADORES AFIRMAR O PODER LOCAL DEMOCRÁTICO



As eleições de 1 de Outubro constituem uma oportunidade para a participação empenhada dos trabalhadores no processo eleitoral, expressando a sua opinião, exigindo resposta às suas necessidades e anseios, votando nos que têm dado provas de honestidade e que se apresentam com programa claro ao serviço das populações e na defesa intransigente do poder local democrático.  

A diversidade dos 308 concelhos e das 3092 freguesias existentes e as especificidades que daí advêm não podem ser desligadas do projecto de sociedade defendido por cada força política para o país. A CGTP-IN valoriza o trabalho dos que fazem das autarquias baluartes dos valores de Abril e se empenham em responder aos problemas concretos das pessoas.

A CGTP-IN saúda os trabalhadores e a população pela luta que desenvolveram em defesa da autonomia do poder local, contra a política de direita, a troika e o Governo do PSD-CDS, pela revogação das normas gravosas da legislação laboral, contra os cortes nos salários e nas pensões, pela defesa dos serviços públicos, indissociáveis da qualidade de vida e bem estar das famílias.

No dia 1 de Outubro, dia do 47º Aniversário da CGTP-IN, é preciso levar a luta ao voto, apoiando os que gerem e propõem gerir os seus concelhos e freguesias com competência, transparência, participação e dedicação à causa pública e defendem a regionalização, conforme consagrada na Constituição – um instrumento para combater as assimetrias regionais e promover a coesão social e territorial –, rejeitando a chamada municipalização, a falsa descentralização e lógicas predadoras e privatizadoras do interesse público. No dia 1 de Outubro, é necessário dar força aos que combatem a municipalização, a falsa descentralização e as ardilosas transferências de competências sem os correspondentes meios financeiros e com questionamento do carácter universal das funções sociais do Estado.

Este é o momento certo para assegurar compromissos políticos que visem um efectivo processo de descentralização, que passa, nomeadamente, pela reposição das freguesias, a defesa do carácter universal e a elevação da qualidade dos serviços prestados à população, a reversão das portagens nas antigas SCUT, o retorno ao controlo público dos serviços privatizados e a valorização dos trabalhadores das autarquias, regularizando a situação de todos os trabalhadores com vínculos precários nas autarquias, nomeadamente os CEI (Contrato Emprego-Inserção).

Reforçar a capacidade de resposta do Poder Local Democrático às aspirações dos munícipes passa necessariamente pela recuperação da capacidade financeira das autarquias, por uma política que ponha a economia ao serviço dos trabalhadores e das suas famílias, priorize a regionalização, promova o desenvolvimento sustentável no plano ambiental e social, incentive a criação de emprego com direitos, uma mais justa repartição da riqueza e salvaguarde a propriedade e gestão pública de bens e serviços essenciais para as populações, como a água, os transportes ou, entre outros, os resíduos sólidos urbanos.  

A CGTP-IN exorta todos os trabalhadores e a população, em geral, a exercer o seu direito de voto, e a dar mais força aos que, nas autarquias, defendem e propõem defender a autonomia do poder local democrático, a melhoria dos serviços públicos, os direitos de quem trabalha e a valorização do trabalho e dos trabalhadores, como elemento central para a edificação de uma política de esquerda e soberana.   


Lisboa, 7 de Setembro de 2017  
O Conselho Nacional da CGTP-IN

Actualizado em (Sexta, 22 Setembro 2017 16:39)

 

PostHeaderIcon Federações, Fiequimetal-CGTP-IN, FTM-CGT e CCOO INDUSTRIA,

As 3 (três)Federações,  Fiequimetal-CGTP-IN, FTM-CGT e CCOO INDUSTRIA, numa estreita convergência para conhecer as condições de trabalho na indústria e assim poder melhorar as nossas acções em defesa dos interesses dos trabalhadores, neste caso contando com a participação dos camaradas representantes dos trabalhadores das 3(três)federações na Renault, encontramo-nos na  Renault Cacia em Aveiro, para debater as problemáticas e reivindicações dos trabalhadores desta fábrica da Renault.

O objectivo é de analisar as condições e as relações de trabalho de um sector sujeito a mudanças e reestruturações que necessitam de uma constante regulação das práticas de direito e do respeito pelos direitos dos trabalhadores, lamentamos que neste encontro dirigido para conhecer as condições de trabalho não tenha sido possível ouvir os trabalhadores da Renault Cacia.

A nossa vontade e a nossa prática é a de conhecer a realidade com o objectivo de melhorar os direitos, as condições de trabalho e a vida dos trabalhadores incluindo as inovações tecnológicas e organizativas.

A nossa convicção comum é a de que com o trabalho colectivo em defesa dos interesses dos trabalhadores, é possível que as empresas equilibrem e melhorem a sua competitividade com a participação e envolvimento dos representantes sindicais e dos trabalhadores.

Neste contexto a solidariedade internacionalista e as práticas fortalecimento do diálogo social e a negociação colectiva são a base do progresso.


Aveiro, 5 de Setembro 2017

Actualizado em (Terça, 05 Setembro 2017 19:10)

 

PostHeaderIcon A Direcção da Renault Cacia teve medo do quê?

A Direcção da Renault Cacia teve medo do quê?

Ontem, dia 4 de Setembro (véspera da visita, atempadamente solicitada), a Direcção da Renault Cacia veio recusar a visita às instalações da empresa, de uma delegação composta por representantes da Fiequimetal/CGTP-IN (Portugal), da CGT (França) e das CC:OO INDUSTRIA (Espanha), entre os quais membros do Comité do Grupo Renault.

Será que a Direcção teve medo que no decorrer da visita os trabalhadores informassem os membros da delegação da arrogância e prepotência da actual Direcção?

Ou, terá sido para impedir que os trabalhadores fizessem a denuncia dos ritmos intensivos de trabalho, do continuado assédio moral, da perseguição e repressão disciplinar sobre os trabalhadores que não cedem e lutam contra a retirada dos direitos laborais, pessoais e familiares?

Acontece que, mesmo com a recusa da referida visita, a Direcção da Renault Cacia, não conseguiu impedir a referida delegação de contactar com os trabalhadores.

Com efeito, hoje entre as 12.00 e as 15.00 horas a referida delegação esteve na entrada da fábrica a distribuir uma posição conjunta das três Federações, a ouvir as preocupações dos trabalhadores e a manifestar a sua solidariedade e comprometeram-se a, nos vários locais de trabalho e junto da Direcção Central da Renault, dar conhecimento da arrogância desta Direcção e a manter a intransigência na defesa dos direitos laborais, pessoais e familiares de todos os trabalhadores.



Acima comunicado distribuído aos trabalhadores.

Aveiro, 5 de Setembro de 2017

Actualizado em (Quarta, 06 Setembro 2017 09:00)

 

PostHeaderIcon 3 de Junho, Dia Nacional de Luta


Manifesto para distribuição (formato pdf 3MBytes)


Manifesto para distribuição (formato pdf 3MBytes)

Actualizado em (Sexta, 26 Maio 2017 00:30)

 

PostHeaderIcon 1º DE MAIO EM AVEIRO

NOTA À IMPRENSA

1º DE MAIO

VALORIZAR O TRABALHO E OS TRABALHADORES

SALÁRIOS - EMPREGO - CONTRATAÇÃO COLECTIVA - HORÁRIOS - SERVIÇOS PÚBLICOS

 

Passados 131 anos da repressão de Chicago, nos Estados Unidos da América, de que resultou o assassínio e a prisão de trabalhadores e sindicalistas, milhares de trabalhadores vindos de todo o Distrito, correspondendo ao apelo dos Sindicatos e da União dos Sindicatos de Aveiro/CGTP-IN, concentraram-se, hoje, no Largo da Estação da CP em Aveiro, para participarem na manifestação do Dia Internacional do Trabalhador.

 

Tratou-se de uma manifestação animada, combativa e com força como comprovam as diversas palavras de ordem gritadas designadamente: “É Justo e necessário o aumento do salário!; Renegociar para o país avançar!; Continuar a lutar para repor e conquistar!; Emprego estável sim, Precariedade não!; Precariedade é injusta os jovens estão em luta!; 35 horas para todos sem demoras!; Pela Constituição queremos Contratação!; Serviços públicos, sim! Privatização não!; Abril e Maio de novo com a força do povo!; Temos voto na matéria queremos mudança séria!; Maio está na rua a luta continua!; O povo unido jamais será vencido!”.

 

Já no Largo do Rossio, João Ribeiro, dirigente da Interjovem, afirmou que é possível pôr fim ao trabalho precário e que a juventude trabalhadora está empenhada e disponível para prosseguir e intensificar a luta pela efectiva ruptura com as políticas de direita e por melhores condições de vida e de trabalho.

 

Adelino Nunes, Coordenador da União dos Sindicatos, afirmou que os avanços registados no novo quadro político do país, não são dádiva de ninguém, antes pelo contrário, são resultado da acção e da luta dos trabalhadores, da pressão desenvolvida nas empresas, nos serviços e locais de trabalho dos sectores público e privado.

 

Porque a luta é determinante, saudou a luta dos trabalhadores dos vários sectores de actividade que tem permitido aumentar salários, consolidar direitos e defender a contratação colectiva, combater a precariedade, resistir e combater a desregulação dos  horários e até reduzi-los e exortou-os a intensificarem a luta para exigir que o governo do PS revogue as normas gravosas da legislação laboral.

 

Afirmou que é tempo de romper com o passado, de Valorizar o Trabalho e os Trabalhadores de projectar e construir uma política de Esquerda e Soberana, que tenha como opção a defesa dos direitos dos trabalhadores e do povo, a salvaguarda do interesse nacional, a afirmação dos valores de Abril e da Constituição da República Portuguesa.

 

No final foi aprovada uma Resolução, onde os presentes assumiram o compromisso de intensificar a luta reivindicativa nos seus locais de trabalho tendo por objectivos: o aumento geral dos salários; a consolidação dos direitos e defesa da contratação colectiva, a revogação das normas gravosas da legislação laboral, nomeadamente a caducidade, e pela reintrodução do princípio do tratamento mais favorável e da renovação automática das convenções colectivas; pelo combate à precariedade; pela reposição do vínculo por nomeação e o desbloqueamento das carreiras na Administração Pública; contra a desregulação dos horários e pelas 35 horas de trabalho semanal para todos; pela reposição dos 65 anos como idade legal de reforma e o acesso à reforma, sem penalizações, ao fim de 40 anos de descontos.

 

Decidiram, também, participar e de forma activa esclarecer, mobilizar e organizar outros trabalhadores e população para o Dia Nacional de Luta, de dia 3 de Junho, que terá lugar na cidade do Porto.

 

DIF/USA/CGTP-IN

Aveiro, 1 de Maio de 2017

 

Actualizado em (Terça, 02 Maio 2017 17:33)

 

PostHeaderIcon Primeiro de Maio em Aveiro

Manifesto para leitura e distribuição (formato pdf)

Manifesto para leitura e distribuição (formato pdf)

Manifesto para leitura e distribuição (formato pdf)

Actualizado em (Terça, 02 Maio 2017 17:32)

 

PostHeaderIcon MARCHA CONTRA A PRECARIEDADE PELO EMPREGO COM DIREITOS ESTEVE EM SÃO JOÃO DA MADEIRA

NOTA À IMPRENSA

MARCHA CONTRA A PRECARIEDADE

PELO EMPREGO COM DIREITOS

ESTEVE EM SÃO JOÃO DA MADEIRA

Ontem, dia 15 de Março, A Interjovem/CGTP-IN e os sindicatos no âmbito do Roteiro Contra a Precariedade estiveram durante a hora de almoço na FEPSA e na mudança de turno na FAURECIA, a falar com os trabalhadores e a entregar a propaganda para a Manifestação de dia 28 de Março, em Lisboa.

 

Com início às 15h30, mais de uma centena de trabalhadores, entre os quais jovens, dos vários sectores de actividade marcharam contra a precariedade, pelo emprego com direitos,  desde a Câmara Municipal de São João da Madeira, com passagem pelo Centro de Emprego e terminou junto às instalações da ACT (Autoridade para as Condições de Trabalho), sita na  Rua Frederico Ulrich, onde foi entregue um dossier com a situação social do Distrito e algumas das queixas dos trabalhadores e sindicatos ao trabalho da ACT.

 

Durante a marcha, as palavras de ordem mais ouvidas foram, entre outras:

  • Ø PRECARIEDADE É EXPLORAÇÃO, VIOLA A CONSTITUIÇÃO!
  • Ø PRECARIEDADE LABORAL, É PRAGA SOCIAL!
  • Ø É PELA LUTA QUE LÁ VAMOS! CONTRA A PRECARIEDADE LUTAMOS!
  • Ø 35 HORAS DE TRABALHO SEMANAL, CRIAR EMPREGO EM PORTUGAL!
  • Ø DEFENDER A CONSTITUIÇÃO, É NOSSA OBRIGAÇÃO!

 

Para encerrar a Marcha usaram da palavra João Ribeiro, dirigente da Interjovem e Adelino Nunes, Coordenador da União dos Sindicatos de Aveiro, que reafirmaram os objectivos reivindicativos, a exigência que a cada posto de trabalho permanente corresponda um trabalhador efectivo e apelaram à participação dos jovens na Manifestação de dia 28 de Março, em Lisboa.

 

 

DIF/USA/CGTP-IN

Aveiro, 16 de Março de 2017

Actualizado em (Quinta, 16 Março 2017 19:32)

 
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