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PostHeaderIcon Direito dos trabalhadores Reformados

Actualizado em (Segunda, 18 Outubro 2021 13:19)

 

PostHeaderIcon Trabalhadores da Ersuc do Grupo EGF/MOTA&ENGIL em luta

Trabalhadores da Ersuc do Grupo EGF/MOTA&ENGIL em luta:

Entre outras reivindicações,pelo aumento geral dos salários; por melhores condições de trabalho; pelo direito à contratação colectiva e pelo subsidio de risco.

 

Actualizado em (Segunda, 26 Julho 2021 10:29)

 

PostHeaderIcon Contributos para a História do Movimento Operário Sindical

Sessão de apresentação do III volume do livro “Contributos para a História do Movimento Operário e Sindical".


A União dos Sindicatos de Aveiro/CGTP-IN, no dia 20 de Julho de 2021, no Pequeno Auditório do Centro Cultural e de Congressos de Aveiro, realizou uma sessão de apresentação do III volume do livro “Contributos para a História do Movimento Operário e Sindical".

A sessão de apresentação contou com a participação de José Ernesto Cartaxo, membro do grupo de trabalho que escreveu o livro e Isabel Camarinha, Secretária Geral da CGTP-IN."

Informações sobre o livro, na União dos Sindicatos de Aveiro.

Actualizado em (Quarta, 21 Julho 2021 18:01)

 

PostHeaderIcon Pingo Doce convive mal com a liberdade sindical!

Pingo Doce convive mal com a liberdade sindical!


O CESP, na Beira Litoral, esteve numa acção de denúncia à porta do Pingo Doce em Esgueira (Aveiro) contra o bloqueio à negociação colectiva, pelo aumento dos salários, por horários que permitam conciliar a vida profissional com a pessoal e familiar.

O Pingo Doce lida mal com a liberdade sindical, a liberdade de denúncia e a luta por mais direitos e chegou mesmo a querer "suspender a acção, temporariamente" e o director da loja, abusando da sua autoridade deu ordens a um trabalhador para que nos retirasse as pancartas e chegou mesmo a gritar com os dirigentes do CESP, exigindo que nos retirassemos.

Os Trabalhadores podem contar com o seu sindicato, na informação, na denúncia e no combate a todos estes atropelos.

A luta continua!

Actualizado em (Segunda, 26 Julho 2021 10:28)

 

PostHeaderIcon SITE-CN-MDA-Moldes de Oliveira de Azemeis

SITE-CN, Acção trabalhadores MDA na Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis



Dia 07 de Julho pelas 11H, os trabalhadores da MDA Moldes de Azeméis (Grupo Simoldes), realizaram uma concentração no Largo da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis.


Os trabalhadores aproveitaram para entregar, via chefe de gabinete, ao Presidente Dr. Joaquim Jorge, uma exposição sobre as suas legítimas preocupações, ao mesmo tempo que alertavam para o impacto que as alterações nos horários dos trabalhadores têm na sua vida, pois estas além de significarem um corte significativo nas suas retribuições, tem ainda um impacto mais grave provocando uma desorganização total na sua vida pessoal e familiar. Antes, semana sim, semana não, conseguiam estar com a sua família, agora só aos fins-de-semana tal é possível, quando é.


Os trabalhadores de viva-voz fizeram sentir a sua preocupação e apelaram a uma intervenção do líder da autarquia no sentido de procurar sensibilizar a empresa para a sua difícil situação.


Foi ainda distribuído à população um documento onde se espelhavam as simples reivindicações dos trabalhadores. Documento que foi bem acolhido por quem passava tendo muitos manifestado a sua solidariedade aos trabalhadores.

Actualizado em (Segunda, 26 Julho 2021 10:15)

 

PostHeaderIcon A União dos Sindicatos de Aveiro está solidária com a luta dos trabalhadores corticeiros

A União dos Sindicatos de Aveiro está solidária com a luta dos trabalhadores corticeiros.

Trabalhadores lutam pelo aumento do salário, pelo aumento do subsídio de refeição e para exigir diuturnidades para todos,sem discriminação. A luta continua.

Trabalhadores corticeiros presentes na concentração frente à Associação Patronal da Cortiça (APCOR)  aprovaram, por unanimidade, o endurecimento da Luta, se na reunião de negociações, que se realiza dia 1 de Julho,  a proposta patronal para o aumento de salário não for sustancialmente aumentada. Os trabalhadores consideram que não é com esmolas que fazem face ao contínuo aumento do custo de vida.

Actualizado em (Segunda, 26 Julho 2021 10:27)

 

PostHeaderIcon 1º MAIO 2021

NOTA À IMPRENSA

1º MAIO 2021

LUTAR PELOS DIREITOS! COMBATER A EXPLORAÇÃO!

 

No ano em que se comemorou o 47 aniversário do 25 de Abril e se assinala os 135 anos do massacre de Chicago, nos Estados Unidos da América, de que resultou o assassínio e a prisão de trabalhadores e sindicalistas, milhares de trabalhadores vindos de todo o Distrito, correspondendo ao apelo dos Sindicatos e da União dos Sindicatos de Aveiro/CGTP-IN, concentraram-se, hoje, pelas 15 horas, no Largo da Estação da CP em Aveiro, para participarem na manifestação do Dia Internacional do Trabalhador, garantindo as medidas de protecção da saúde e distanciamento sanitário.

 

Já no Largo do Rossio, Mário Reis, dirigente da Interjovem, lembrou que desde Março de 2020, foram destruídos cerca de 60 mil postos de trabalho ocupados por jovens até 25 anos, sendo estes os mais atingidos pelo desemprego. A culpa não é do vírus. É a precariedade. Com a não renovação de contratos a prazo, através de empresas de trabalho temporário e recibos verdes e aproveitando o período experimental alargado para 6 meses aprovado em 2019 pelo governo PS, o patronato usou de todos os mecanismos para despedir trabalhadores e assegurar lucros. Os jovens trabalhadores viram os seus rendimentos cortados, os horários ainda mais desregulados e falta de condições de saúde e segurança nos locais de trabalho.

 

Terminou, referindo que querem-nos vender a exploração e a precariedade como inevitáveis mas os jovens não se ficam. Com coragem e confiança, a luta dos trabalhadores, também dos jovens trabalhadores, conquistou os salários por inteiro, mesmo para os trabalhadores em lay-off, tem sido com a luta que se tem garantido condições para trabalhar em segurança, foi a luta que impediu e reverteu despedimentos.

 

Adelino Nunes, Coordenador da União dos Sindicatos de Aveiro, começou por saudar os trabalhadores do sector privado e público, os que têm vínculos efectivos e os que são fustigados pela precariedade, os jovens que lutam pelo direito de poderem viver, trabalhar e realizar-se no nosso país e aqueles que trabalharam uma vida inteira e têm direito a que a sociedade cumpra o dever de lhes assegurar um envelhecimento com direitos, bem como todos os que continuam a lutar pela emancipação social, económica e política, por melhores condições de vida e de trabalho e por um mundo novo, liberto da exploração do homem pelo homem.

 

Saudou os trabalhadores que ao longo do último ano garantiram serviços e bens imprescindíveis à população, no SNS, na Escola Pública, nas autarquias e nas forças de protecção civil, nas muitas empresas que nunca pararam de trabalhar, na indústria e nos serviços, na agricultura e nas pescas.

Fez uma saudação especial aos que hoje comemoram o 1º de Maio em luta e os que ao longo do último ano não se renderam às falsas inevitabilidades, ao medo e a todos os mecanismos que o capital usa para tentar impor piores condições de trabalho que garantam maior acumulação de lucros.

Terminou, afirmando que os trabalhadores não abdicam de lutar pela melhoria das condições de trabalho e de vida. É essa a nossa postura em relação ao denominado plano de acção do Pilar dos Direitos Sociais, que vai estar no centro da chamada Cimeira Social da União Europeia.

 

No dia 8 de Maio, o lugar daqueles que defendem os direitos sociais, dos que exigem uma resposta e um caminho alternativo de defesa da soberania e dos interesses nacionais será na rua, na grande Manifestação Nacional que vamos realizar no Porto, a lutar pelos direitos, por mais emprego, pela produção nacional, pelos salários e os serviços públicos, a lutar por uma Europa dos trabalhadores e dos povos e pela afirmação da soberania.

 

Uma acção para a qual convocamos todos os que hoje, em todo o país, comemoram de diferentes formas o 1º de Maio, levando para o dia 8 a luta que também dá expressão à solidariedade internacionalista com os trabalhadores e os povos de outros países.

 

No final, foi aprovada uma Resolução, onde os presentes assumiram o compromisso de intensificar a luta reivindicativa nos seus locais de trabalho em torno das suas reivindicações: o aumento geral dos salários em 90 euros para todos os trabalhadores, a valorização das carreiras e profissões, a fixação dos 850€ a curto prazo para o Salário Mínimo Nacional, o aumento real das pensões, o combate à precariedade, a luta pelas 35 horas e contra a desregulação dos horários de trabalho, a exigência do cumprimento e reposição de direitos, a revogação das normas gravosas da legislação laboral, nomeadamente a caducidade da contratação colectiva e a reposição do princípio do tratamento mais favorável ao trabalhador, o reforço dos serviços públicos e das funções sociais do Estado, a garantia de condições de trabalho, nomeadamente as de saúde e segurança nos locais de trabalho, entre outras.

 

Decidiram, ainda, empenhar-se na mobilização e participação na grande Manifestação Nacional que se vai realizar, no dia 8 de Maio, no Porto, dia da Cimeira Informal dos Chefes de Estado e de Governo da UE (que se realiza no âmbito da Cimeira Social), levando à rua a denúncia da situação dos trabalhadores e exigência de resposta, dando expressão a um caminho alternativo de defesa da soberania e dos interesses nacionais que é, também, expressão de solidariedade com os trabalhadores e os povos de outros países.

DIF/USA/CGTP-IN

Aveiro, 01 de Maio de 2021

Documento em formato pdf remetido à imprensa

Imagens da manifestação do 1.º de Maio

Actualizado em (Segunda, 26 Julho 2021 09:47)

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