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Desemprego no distrito de Aveiro última informação - Janeiro de 2021

(Documento em formato PDF, 330 Kbytes) actualizada em 04-03-2021

 

Mapa resumo do desemprego registado em 2020 no distrito de Aveiro.

Documento em formato PDF, 532 Kbytes actualizada em 22-01-2021


Desemprego no distrito de Aveiro última informação - Dezembro de 2020

Desemprego no distrito de Aveiro última informação - Novembro de 2020
Desemprego no distrito de Aveiro última informação - Outubro de 2020
Desemprego no distrito de Aveiro última informação - Setembro de 2020
Desemprego no distrito de Aveiro última informação - Agosto de 2020
Desemprego no distrito de Aveiro última informação - Julho de 2020
Desemprego no distrito de Aveiro última informação - Junho de 2020
Desemprego no distrito de Aveiro última informação - Maio de 2020
Desemprego no distrito de Aveiro última informação - Abril de 2020

 

 


Actualizado em (Quinta, 04 Março 2021 11:49)

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PostHeaderIcon Jornada de Luta Nacional - 25 de Fevereiro de 2021

Jornada de Luta Nacional - 25 de Fevereiro de 2021

Salários, Emprego, Direitos - Confiança, determinação e luta por um Portugal com futuro!

 

Neste tempo difícil e exigente, os trabalhadores têm sabido resistir e persistir na luta em defesa dos seus direitos, por melhores salários e condições de trabalho e de vida para si e para as suas famílias. Apesar das tentativas de limitações dos direitos e liberdades sindicais, os trabalhadores e os seus sindicatos de classe assumiram sempre a luta como determinante no combate à exploração.

Não aceitamos que atropelem os direitos e cortem os salários! Não aceitamos que, enquanto o Governo continua a encaixar largos milhões em medidas de apoio para o grande patronato, os apoios para os trabalhadores e as suas famílias deixem muito a desejar e às dificuldades e pobreza na vida de quem trabalha e trabalhou se acrescentem mais contrariedades!

Não aceitamos que com a justificação da epidemia e à boleia das medidas desequilibradas do Governo, o patronato aproveite para desregular horários, impor laborações contínuas e bancos de horas, roubar férias, chantagear e ameaçar os trabalhadores e despedir aqueles que têm vínculos precários, como se de peças descartáveis se tratassem!

Não há saída para a economia do país sem ter em conta a valorização do trabalho e dos trabalhadores.

É urgente romper com o modelo de baixos salários, trabalho precário, ataque aos direitos e subordinação aos interesses do grande capital, que continua a distribuir lucros e dividendos enquanto se encerram empresas e cortam salários.

A luta vai continuar em torno das reivindicações concretas de cada local de trabalho, serviço e sector, no privado e no público, bem como das reivindicações gerais que defendemos para garantir um Portugal com futuro, desenvolvido e soberano, de progresso e justiça social. Onde quer que os direitos dos trabalhadores sejam atacados, nomeadamente no emprego, nos salários, a CGTP-IN lá estará como sempre para afirmar a luta organizada dos trabalhadores como factor essencial para garantir melhores condições de trabalho e de vida!

É urgente:

- Garantir as condições de trabalho, designadamente de saúde, higiene e segurança nos locais de trabalho e nas deslocações para os mesmos, protegendo todos os trabalhadores;

- Garantir o aumento geral dos salários em 90 € para todos os trabalhadores e do salário mínimo nacional para 850€ a curto prazo, valorizando as profissões e as carreiras;

- Garantir o emprego de todos os trabalhadores, independentemente do vínculo, proibir despedimentos com a justificação da epidemia e assegurar o pagamento da totalidade dos salários e remunerações de todos os trabalhadores abrangidos por medidas de apoio;

- Garantir efectiva protecção social a todos os que dela necessitam;

- Combater a precariedade nos sectores privado e público, garantindo que a um posto de trabalho permanente corresponda um vínculo de trabalho efectivo;

- Afirmar o direito à contratação colectiva com direitos como garantia de progresso social, revogando as normas gravosas da legislação laboral, nomeadamente a caducidade, e reintroduzir o princípio do tratamento mais favorável ao trabalhador;

- Garantir as 35 horas de trabalho semanal para todos, sem redução de salário, e combater a desregulação dos horários, adaptabilidades, bancos de horas e todas as tentativas de generalizar a laboração contínua e o trabalho por turnos;

- Reforçar o investimento nos serviços públicos, nas funções sociais do Estado e na valorização dos trabalhadores da Administração Pública para assegurar melhores serviços às populações;

- Incrementar a produção nacional e apostar no papel do Estado para o desenvolvimento do país;

- Reforçar a intervenção sindical nos locais de trabalho na defesa dos direitos liberdades e garantias dos trabalhadores, reforçando a sindicalização e a organização nos locais de trabalho;

- Garantir o reforço dos poderes e dos meios da ACT.

Vamos prosseguir a luta nas empresas e locais de trabalho e participar nas acções da Semana da Igualdade, de 8 a 12 de Março, no Dia de Luta dos Jovens Trabalhadores, a 25 de Março, nas comemorações do 25 de Abril e realizar um grande 1º de Maio em todo o País.

Assumimos, de forma determinada, o compromisso de reforço da organização, da unidade e da luta, de tomar nas nossas mãos a defesa e valorização do trabalho e dos trabalhadores, a conquista de um País desenvolvido e soberano, com os valores de Abril no futuro de Portugal.

Viva a luta dos trabalhadores!

Viva a CGTP-IN!

 

 

 

 

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PostHeaderIcon Solidariedade com Dirigente Sindical e trabalhador do Novo Banco

Solidariedade com Dirigente Sindical e trabalhador do Novo Banco

O Dirigente Sindical e trabalhador do Novo Banco está a ser vitima de perseguição patronal, por ter exigido e acompanhado o cumprimento dos direitos e a integração dos seus colegas de trabalho.

 

Trata-se de uma decisão inqualificável da Administração do Novo Banco e claramente violadora dos Direitos, Liberdades e Garantias dos Trabalhadores, constantes na Constituição da República, e da Transmissão de Estabelecimento e é um castigo ao Trabalhador que exerceu os direitos constitucionais de defesa dos trabalhadores e dos postos de trabalho.

 

A Direcção Distrital da União dos Sindicatos de Aveiro/CGTP-IN, repudia o despedimento do Dirigente e trabalhador do Novo Banco e manifesta a sua solidariedade ao Trabalhador e Dirigente Sindical e a todos os que têm sido reprimidos pela acção do patronato, que convive muito mal, como se está a verificar neste caso, com quem exerce os direitos legais e constitucionais.

A Direcção saúda o Trabalhador e Dirigente Sindical, pela sua coragem e resistência à discriminação e ao despedimento persecutório de que está a ser vitima.

Por fim, manifestamos a nossa disponibilidade para participar nas acções e lutas necessárias para por cobro a este atentado ao direito ao trabalho.

Aveiro, 24 de Fevereiro de 2021

 

Pela Direcção Distrital da

União dos Sindicatos de Aveiro

Adelino Nunes

 

PostHeaderIcon Que Triste Natal Este!

As famílias portuguesas vão passar um dos natais mais sofridos das últimas décadas.

Com a desculpa da COVID - 19, em milhares de lares, um ou mesmo os dois membros do casal foram vítimas da ganância do patronato. No distrito 52.150 trabalhadores foram empurrados para o desemprego.

Desses só 13.923 têm apoio social, cujo valor médio é 499,08€.

 

Mais de 2,5 Milhões de portugueses estão em risco de pobreza e exclusão social, vários milhares são do distrito.

No entanto, como noutras situações, a “crise” da Pandemia não é para todos! Enquanto a maioria do povo empobrece, existe uma minoria que aumentou as sua fortunas.

Contra esta situação LUTAR É PRECISO!

LUTAMOS PARA

Proteger os Trabalhadores - Aumentar os Salários! - Garantir Direitos!

Para responder aos problemas dos País, o aumento dos salários, a segurança no emprego, a dinamização da contratação colectiva, a redução dos horários de trabalho são reivindicações justas que não só mantêm, como ganham ainda mais actualidade no momento que vivemos.

É UMA EMERGÊNCIA NACIONAL GARANTIR O AUMENTO SIGNIFICATIVO DOS SALÁRIOS (90€ PARA TODOS OS TRABALHADORES) E DO SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL (850€).

Lutar pelo emprego com direitos, pela contratação colectiva,

pelas 35 horas e pelo reforço dos serviços públicos.

 

Aveiro, 12 Dezembro de 2020 de Aveiro

União dos Sindicatos de Aveiro

 

PostHeaderIcon 50 Anos da CGTP-Intersindical

 

https://youtu.be/nZkL8j89_CY